segunda-feira, 31 de outubro de 2005

sábado, 29 de outubro de 2005

quinta-feira, 27 de outubro de 2005

pensamentos modernos

"Estarei a ser infiel?" - pensou a fufa entre garfadas de bacalhau com grão.

quarta-feira, 26 de outubro de 2005

terça-feira, 25 de outubro de 2005

e tu? queres ser o quê?

"Eu? Eu quero ser super-herói".
Uns meses depois soube que a psicóloga da minha escola andava na psicóloga.

aborrecido eu?

Last Days – Os últimos dias


O homem mais chato do mundo?

Se é certo que o Filipe La Féria é o homem com menos talento de Portugal, também é certo que o Kurt Cobain era a pessoa com menos talento de Seattle. Digo era porque numa bela tarde de Outono fez aquilo que as pessoas sem talento devem fazer. Mandar um tiro nos cornos ou ir viver para Porto. O primeiro suja um pouco menos até porque as pessoas do Porto gostam de deitar o lixo na rua e têm esgotos a céu aberto e é daí que fazem o molho para as francesinhas.
A verdade é que não é um filme sobre o Kurt Cobain. Até porque músicas deste filme foram compostas por alguém com mais talento que o camarão depois de cozido. Não talento a sério. Quando falo de talento a sério refiro-me a pessoas como eu que sabem mais do que fazer barulho e já almoçaram na Cinemateca na mesma mesa que o João Bénard da Costa e conseguiram aguentar o vómito entre as garfadas de massa e as de baba que lhe escorria pela boca em direcção ao prato e depois para o chão onde uma senhora com uma esfregona a recolhia para depois fazer rebuçados e vender à porta das escolas. Talento é mais que rasgar as calças e fingir infelicidade. Eu sou infeliz mas não finjo. Tento é fazer os outros sentirem-se realmente miseráveis para depois me sentir um pouco melhor. É como os gordos e feios que ainda se dão com gente mais gorda e feia que é para parecerem bonitos. E os velhos que se passeiam nos cemitérios para poderem pensar entre a névoa provocada pelos mini-AVCs: “eu cá ao menos estou vivo”. E depois mijam-se e babam-se e fazem essas coisas que os velhos gostam de fazer logo a seguir a ter ataques cardíacos. A verdade é que eu também gosto de mijar. Na rua ao vento de Inverno.
Há maneiras melhores de passar uma tarde de sábado do que a ver o Michael Pitt a passear-se pela mata e a debitar mais baboseiras que o Manuel Serrão num dia normal. Depois quando se tem assim ressacas como eu tenho e só apetece passar o dia em casa a alternar televisão com porno, fechar os olhos no cinema é perigoso. Porque sabe bem. Mas nunca adormeci no cinema e não pretendo começar. Até porque já aturei os 200 minutos de “O Gigante”. E não me refiro ao DVD de glórias do Sporting.
Depois não se passa nada. Aparecem uns tipos a cantar Velvet Underground e pouco mais.

(Nota: quando se percebe muito de música, como eu, um gajo pode cortar a preposição e/ou o artigo. Exemplo: “eu curto bué de Velvet Underground” que é diferente de dizer “eu curto ‘buéde’ de Velvet Underground” e ainda diferente de “eu curto ‘buéde’ Velvet Underground” ou de “eu curto bué dos Velvet Undeground”. Quem não percebe nada de música costuma dizer “eu curto buédesda de Velvet Underground” ou “Velvet Underground? É naquela.”).

Depois há miúdas sem soutien mas que um gajo nem as vê sem soutien. Apenas se lê na legenda. E se há coisa que eu gosto são miúdas sem soutien. A cena é que eu gosto mesmo é de miúdas só com botas. Porque se há coisa que eu gosto é de levar pontapés na cabeça e ter os tomates pisados por miúdas com botas chamadas Helga. As miúdas, não as botas.
Devo dizer que percebo a escolha do Gus van Sant para não fazer um filme sobre os Nirvana que ao mesmo tempo metesse miúdas sem soutien. Ninguém quer arriscar ver a Courtney Love sem soutien. Afinal seria apenas um filme sobre uma das bandas mais aborrecidas de sempre a seguir aos Radiohead e não um filme de terror. O Woody Harrelson viu no Larry Flint e nunca mais fez um filme de jeito. Prova disso é que agora até se deixa dirigir por pretos. Deus inventou os pretos para receber ordens. Quando começam a dá-las é porque algo no Universo está a funcionar ao contrário. E não me refiro ao Nuno Gomes. A cena do Nuno Gomes marcar é como acordar com tesão de mijo. Um gajo sabe que acontece mas ninguém sabe explicar porquê. E eu posso dizer que sou dos melhores de Lisboa a acordar com isso. Quando era puto pensava que era só vontade de mijar. Até que me apercebi que ninguém fica com vontade de mijar por imaginar a professora de inglês de quatro a levar com ele no cu enquanto conjuga o verbo “to be”. E a minha professora era boa. E eu andava na 3ª classe. Mas nunca me tocou. Se tivesse tocado acho que tinha ficado cheio de medo e fugido em direcção a esses sítios onde as pessoas que são “tocadas” vão. Tipo Queluz e Massamá e isso.
Depois o fim do filme parece aquelas músicas dos Mogwai. Um gajo pensa que vai acabar e aquilo prolonga-se por mais 20 minutos de ruído e distorção. Felizmente no filme não há ruído nem distorção. Há apenas o Michael Pitt nu. E tem o rabo tão flácido que parece daqueles carros descapotáveis que os pretos usam para as gajas terem espaço de manobra para lhes poderem fazer mamadas quando as levam a sair. Porque todos os pretos são pelintras e se levam gajas a sair é só para no fim terem a chouriça mamada. E eu, se fosse preto, passava o dia a roubar e a foder. Porque afinal é disso é que os pretos gostam.
E de cachupa.


Last days - :O

:O~ <- vómito (filmes tipo AI, Matrix 2 e 3)
:O <- filmes “preferia ter gasto a guita em cerveja, droga ou cigarros”
:| <- filmes “naquela”
:) <- filmes médio-fixe ou “nice”
:D <- filmes “cum gajo até acha que coiso e tal e diz aos outros para irem ver”
:D~ <- filmes que “sim senhoras”

no hemisfério sul continuamos em primeiro

sábado, 22 de outubro de 2005

humor pós-banho de sábado à tarde

"Os suspeitos do costume" tinha o Keyser Soze, a quinta da minha avó tinha a casa do Sô Zé.

segunda-feira, 17 de outubro de 2005

eu que gosto de ir ao cu

Nós, os que gostamos de ir ao cu, um dia poderemos estar a espetá-lo numa coisa destas (ver imagem abaixo).
Evitem abusar do esparguete.

tomai e comei


"Sou maior hoje que há um ano" - disse o cancro do cólon.


- disse o cancro do Sporting.

sexta-feira, 14 de outubro de 2005

e eu que prometi que não poria fotos


Nós, os giros, temos sempre a cara assimétrica.

por uma queixa do foro urológico - tonel operado pára um mês

Desde quando é que ter os tomates inchados é do foro urológico?
Eu ando com eles inchados há *inserir intervalo de tempo em meses*, por falta de uso, e ninguém me dá sequer uma tarde para ir comprar dvds.

quando eu tenho inveja das piadas que os outros inventam

Se a minha avó cair das escadas e não estiver lá ninguém para ver, será que faz barulho?

terça-feira, 11 de outubro de 2005

a minha primeira imagem



Se essa linha a vermelho estivesse num dinamap alguém teria morrido. Na página de "A bola" online é apenas o Benfica sem pontuar.


Nota: dinamaps são aqueles aparelhozinhos dos hospitais que depois, nos filmes, quando as pessoas morrem fazem piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

diferenças extemporâneas

Qual a diferença entre o Super-Homem e o Keith Richards? Apenas um aguentou o cavalo.

domingo, 9 de outubro de 2005

olhe que não

É difícil votar PSD e aguentar o vómito.

dependências

A minha dependência de computadores é tão grande que hoje, quando não encontrei as meias "de ir votar", passou-me pela cabeça fazer um "search" ao quarto.

quinta-feira, 6 de outubro de 2005

alguém disse: "o meu clube estava à beira do abismo e tomou a decisão correcta. deu um passo em frente"

"Paulo Autuori, treinador do S. Paulo, revelou que recebeu uma proposta para orientar o plantel do Sporting, mas diz que recusou a oferta."
O meu ia dando.