quarta-feira, 30 de novembro de 2005

in vino veritas



Um gajo adoece dois dias, deixa de sair e acontece isto? Tenho de ser eu a fazer tudo neste país?

esta época "ninguém ampara o benfica"...



...e lá vai ele em queda livre.

terça-feira, 29 de novembro de 2005

ok computer

Depois disto, escrever um post novo é como os Radiohead fazerem o álbum a seguir ao "Ok computer" ou os Franz Ferdinand a seguir ao álbum de estreia. É difícil superar. A não ser que o Fernando Alvim me escreva. Andas por aí Fernando? Escreve-me. Também disse mal de ti algures. E se não disse posso fazê-lo já a seguir.

quinta-feira, 24 de novembro de 2005

e quando é que um gajo sabe que já fez tudo pelo "bloguianismo" em portugal?

Quando isto...

Data: Thu, 24 Nov 2005 12:42:14 +0000
De: Nuno Markl
Para: anq@portugalmail.pt
Assunto: Pinguins

Já me disseram muita coisa bonita, mas nunca nada como no teu post
sobre os pinguins. Estou comovido.
Importas-te que reproduza este excerto no meu blog?
Mesmo que te importes, ponho na mesma.

Um forte abraço!

Markl


...acontece.

quarta-feira, 23 de novembro de 2005

o ódio

La marche de l’empereur – A marcha dos pinguins


Basket no Pólo Sul


Parece que agora até se fazem filmes com criaturas mais monobloco que o Nuno Markl. No Pólo Sul. Que é para onde o Nuno Markl devia ser mandado logo a seguir a ser enterrado até ao pescoço e pontapeado na cabeça até prometer nunca mais passear as mamas pelo umbigo em qualquer canal, nem mesmo em anúncios para soutiens, cremes reafirmantes ou a máquina de exercício do Chuck Norris com comentários áudio do Richard Simmons. E de preferência com um ovo no cu como os pinguins. Provavelmente um pinguim adoptá-lo-ia. Até porque um é baixo de cintura e está cheio de matéria gorda e o outro é um pinguim.
O mais intrigante é perceber como é que os pinguins se orientam. Um gajo olha em volta e vê tudo branco. Quase como um preto que tenha acabado de se vir num quarto pequenino. Além de serem todos iguais, toda a paisagem é branca como o esperma dum cavalo. E mais ou menos na mesma quantidade. E um gajo de um filme que eu tinha ali quando gravava porno do Hollywood em cassetes para ver mais tarde. A cena dele parecia o meu braço e os tomates duas bolas de golfe. E eu nunca joguei golfe e aperto o relógio no último furinho. Quando o usava. Fartei-me de o perder por ser adepto de double double fisting. Que foi uma cena que eu inventei que é a feita a três com duas mãos em cada buraco. E até se pode jogar à sardinha perto dos ovários.
No fundo a cena de eles se orientarem é como a cena dos pretos. Um gajo leva nos cornos e é assaltado por dois pretos e vai à esquadra e eles dizem: “isso não vale a pena que eles são todos iguais, são como os pinguins”. E depois um gajo percebe. Se um preto consegue apanhar o 67 na Damaia para ir roubar ou carregar bilhas de gás para o Areeiro e se conseguem orientar em cataclismos arquitectónicos como a Portela, o Cacém ou Santo António dos Cavaleiros porque é que um pinguim não há-de conseguir orientar-se num deserto branco como a Antártida? Que no fundo é como a Portela mas com neve em vez de betão. É verdade que os pretos têm a vantagem de a NBA ter trinta equipas e os pinguins nem “jogam o basquete”. O que permite sempre eles identificarem-se uns aos outros. Pelo menos cada preto consegue distinguir um em cada outros 30. A não ser que tenham os dois uma camisola dos Lakers e algum deles há-de pensar: “que macaquinho tão giro! Parece que até joga basket e é da mesma equipa que eu.”.
Os pinguins, esses, só cheiram mais ou menos a peixe como as velhas no autocarro que um gajo pensa que foram à praça mas aquilo é tudo cheiro a rata não lavada que a brisa que entra pela porta quando abre na paragem traz até nossos narizes como nos passeios ao domingo pela praia de mão dada com uma miúda qualquer que não sue das mãos. Até porque isso de miúdas, qualquer uma serve para pessoas sem critérios de escolha como eu.
Depois há alta cena de “egging”. “Egging” é o mesmo que fisting mas em vez de ser com as mãos é como ovos que são passados de ânus em ânus qual preta a ser violada num túnel qualquer de metro por vários pretos daqueles que têm caralhos grandes a pingar esperma e muco carregadinhos de sida. Uma redundância é como esta figura de estilo se chama. Felizmente na minha cidade quase não há pretos. Só na aldeia dos macacos. Mas aí basta atirar amendoins e não o telemóvel e o rolo de notas de vinte e gritar como uma menina: “ai não me faça nada! Os meus pais até mandaram laranjas no outro dia para África! Ouvimos dizer que gostavam.”.
No fim só ficam alguns e voltam ao mar qual preto no comboio de volta ao Cacém depois de ter passado o dia a mandriar em Lisboa. E mesmo assim a cheirar a suor. É uma cena lá deles.



La marche de l’empereur - :D


:O~ <- vómito (filmes tipo AI, Matrix 2 e 3)
:O <- filmes “preferia ter gasto a guita em cerveja, droga ou cigarros”
:| <- filmes “naquela”
:) <- filmes médio-fixe ou “nice”
:D <- filmes “cum gajo até acha que coiso e tal e diz aos outros para irem ver”
:D~ <- filmes que “sim senhoras”

segunda-feira, 21 de novembro de 2005

sexta-feira, 18 de novembro de 2005

novidade? que novidade?



Desde quando é que o estado natural de um jogador é notícia? Ou é notícia todos os dias e eu nunca tinha reparado?
Será que pretendem provar que o João Alves é diferenciável? Se já é limitado basta ser contínuo.

segunda-feira, 14 de novembro de 2005

quarta-feira, 9 de novembro de 2005

e se...

...queimassem carros na Amadora, Cacém, Queluz ou Massamá?
Acabavam-se as longas filas no IC 19 e na 2ª circular.
Ao trabalho pretos, ao trabalho!

quinta-feira, 3 de novembro de 2005

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

sábado, 29 de outubro de 2005

quinta-feira, 27 de outubro de 2005

pensamentos modernos

"Estarei a ser infiel?" - pensou a fufa entre garfadas de bacalhau com grão.

quarta-feira, 26 de outubro de 2005

terça-feira, 25 de outubro de 2005

e tu? queres ser o quê?

"Eu? Eu quero ser super-herói".
Uns meses depois soube que a psicóloga da minha escola andava na psicóloga.

aborrecido eu?

Last Days – Os últimos dias


O homem mais chato do mundo?

Se é certo que o Filipe La Féria é o homem com menos talento de Portugal, também é certo que o Kurt Cobain era a pessoa com menos talento de Seattle. Digo era porque numa bela tarde de Outono fez aquilo que as pessoas sem talento devem fazer. Mandar um tiro nos cornos ou ir viver para Porto. O primeiro suja um pouco menos até porque as pessoas do Porto gostam de deitar o lixo na rua e têm esgotos a céu aberto e é daí que fazem o molho para as francesinhas.
A verdade é que não é um filme sobre o Kurt Cobain. Até porque músicas deste filme foram compostas por alguém com mais talento que o camarão depois de cozido. Não talento a sério. Quando falo de talento a sério refiro-me a pessoas como eu que sabem mais do que fazer barulho e já almoçaram na Cinemateca na mesma mesa que o João Bénard da Costa e conseguiram aguentar o vómito entre as garfadas de massa e as de baba que lhe escorria pela boca em direcção ao prato e depois para o chão onde uma senhora com uma esfregona a recolhia para depois fazer rebuçados e vender à porta das escolas. Talento é mais que rasgar as calças e fingir infelicidade. Eu sou infeliz mas não finjo. Tento é fazer os outros sentirem-se realmente miseráveis para depois me sentir um pouco melhor. É como os gordos e feios que ainda se dão com gente mais gorda e feia que é para parecerem bonitos. E os velhos que se passeiam nos cemitérios para poderem pensar entre a névoa provocada pelos mini-AVCs: “eu cá ao menos estou vivo”. E depois mijam-se e babam-se e fazem essas coisas que os velhos gostam de fazer logo a seguir a ter ataques cardíacos. A verdade é que eu também gosto de mijar. Na rua ao vento de Inverno.
Há maneiras melhores de passar uma tarde de sábado do que a ver o Michael Pitt a passear-se pela mata e a debitar mais baboseiras que o Manuel Serrão num dia normal. Depois quando se tem assim ressacas como eu tenho e só apetece passar o dia em casa a alternar televisão com porno, fechar os olhos no cinema é perigoso. Porque sabe bem. Mas nunca adormeci no cinema e não pretendo começar. Até porque já aturei os 200 minutos de “O Gigante”. E não me refiro ao DVD de glórias do Sporting.
Depois não se passa nada. Aparecem uns tipos a cantar Velvet Underground e pouco mais.

(Nota: quando se percebe muito de música, como eu, um gajo pode cortar a preposição e/ou o artigo. Exemplo: “eu curto bué de Velvet Underground” que é diferente de dizer “eu curto ‘buéde’ de Velvet Underground” e ainda diferente de “eu curto ‘buéde’ Velvet Underground” ou de “eu curto bué dos Velvet Undeground”. Quem não percebe nada de música costuma dizer “eu curto buédesda de Velvet Underground” ou “Velvet Underground? É naquela.”).

Depois há miúdas sem soutien mas que um gajo nem as vê sem soutien. Apenas se lê na legenda. E se há coisa que eu gosto são miúdas sem soutien. A cena é que eu gosto mesmo é de miúdas só com botas. Porque se há coisa que eu gosto é de levar pontapés na cabeça e ter os tomates pisados por miúdas com botas chamadas Helga. As miúdas, não as botas.
Devo dizer que percebo a escolha do Gus van Sant para não fazer um filme sobre os Nirvana que ao mesmo tempo metesse miúdas sem soutien. Ninguém quer arriscar ver a Courtney Love sem soutien. Afinal seria apenas um filme sobre uma das bandas mais aborrecidas de sempre a seguir aos Radiohead e não um filme de terror. O Woody Harrelson viu no Larry Flint e nunca mais fez um filme de jeito. Prova disso é que agora até se deixa dirigir por pretos. Deus inventou os pretos para receber ordens. Quando começam a dá-las é porque algo no Universo está a funcionar ao contrário. E não me refiro ao Nuno Gomes. A cena do Nuno Gomes marcar é como acordar com tesão de mijo. Um gajo sabe que acontece mas ninguém sabe explicar porquê. E eu posso dizer que sou dos melhores de Lisboa a acordar com isso. Quando era puto pensava que era só vontade de mijar. Até que me apercebi que ninguém fica com vontade de mijar por imaginar a professora de inglês de quatro a levar com ele no cu enquanto conjuga o verbo “to be”. E a minha professora era boa. E eu andava na 3ª classe. Mas nunca me tocou. Se tivesse tocado acho que tinha ficado cheio de medo e fugido em direcção a esses sítios onde as pessoas que são “tocadas” vão. Tipo Queluz e Massamá e isso.
Depois o fim do filme parece aquelas músicas dos Mogwai. Um gajo pensa que vai acabar e aquilo prolonga-se por mais 20 minutos de ruído e distorção. Felizmente no filme não há ruído nem distorção. Há apenas o Michael Pitt nu. E tem o rabo tão flácido que parece daqueles carros descapotáveis que os pretos usam para as gajas terem espaço de manobra para lhes poderem fazer mamadas quando as levam a sair. Porque todos os pretos são pelintras e se levam gajas a sair é só para no fim terem a chouriça mamada. E eu, se fosse preto, passava o dia a roubar e a foder. Porque afinal é disso é que os pretos gostam.
E de cachupa.


Last days - :O

:O~ <- vómito (filmes tipo AI, Matrix 2 e 3)
:O <- filmes “preferia ter gasto a guita em cerveja, droga ou cigarros”
:| <- filmes “naquela”
:) <- filmes médio-fixe ou “nice”
:D <- filmes “cum gajo até acha que coiso e tal e diz aos outros para irem ver”
:D~ <- filmes que “sim senhoras”

no hemisfério sul continuamos em primeiro