Desta vez não foi um gajo alto que me tapou a vista. Foi um tipo com 1,80 m com um sinal na cara de quase 3 cm de altura que me tapou constantemente a cara do Martin Gore. E eu até deveria estar agradecido por isso. Não fosse ver-lhe as rugas, qual superfície seca de Marte, nos ecrãs que insistiam em projectá-lo assustadoramente sobre a assistência. Isso e duas fufas que ficaram ao pé de mim e que até eu, o maior amante de fufas em Portugal, teria vomitado em repuxo ao primeiro linguado.