segunda-feira, 6 de novembro de 2006
atomic
Estranho é nós termos os the Gift e o Irão é que é a favor do nuclear.
quinta-feira, 2 de novembro de 2006
a erva vermelha
O dia de hoje
Sujeitar a testes ou tentar a ver se dá – Miguel Esteves Cardoso®
Isto de escrever é muito fácil. Um gajo tem um teclado à frente e depois é só fazer combinações de letras até uma coisa fazer sentido. Se não fizer, cria-se um blog.
Eu andava aqui a enganar meio mundo (a outra metade não me lê porque são estrangeiros) a fingir que sabia escrever sobre muitas coisas e tinha sempre assunto mas depois vai-se a ver e isto tudo bem espremido não passa de duas ou três citações copiadas (também tenho um livro de citações em brasileiro, para traduzir para português é muito simples, basta tirar palavras como “cara”, “chapa” e “mesmo que tenhas sida podemos foder”) para umas miúdas que vêm aqui e ficam a pensar se eu tenho mamas como o Malato e se jogo muito computador. Não tenho mas sou imbatível no Free Cell. Antes de formatar o disco tinha perdido zero jogos. Isto é tudo fibra e uns abdominais que parecem barriga mas no fundo são músculo inchado por me pendurar na barra que tenho na porta que dá para a varanda onde faço flexões. Embora algumas t-shirts pareçam enganar. Mas isso é dos modelos e nada está mal a nível hormonal. Até porque, se eu tivesse mamas ou uma Playstation 2, para que sairia de casa?
Há aqueles que, quando as coisas não estão bem, pensam “epá, podia não ter uma perna ou ter nascido preto”. Eu prefiro ter as duas pernas e dinheiro para comprar uns bons ténis. Com uns bons ténis posso fugir a correr. Nós, os cobardes, somos bons a fugir. É da prática. E não ter uma perna também não é assim o pior de todos os handicaps. "Coitadinho não tem uma perna". É muito overrated. É como o álbum do careca que canta sempre da mesma maneira (refiro-me a Smashing Pumpkins e não ao Moby, embora a descrição possa enganar) Até porque os pretos não assaltam deficientes, nem se assaltam uns aos outros. Isso é mais cenas de tiros e gangs e violações em grupo. Eu quando finjo de mongolóide nunca sou assaltado. Desperdiço é o whisky todo porque os meus lábios deixam de vedar e escorre tudo assim pelo canto da boca em direcção ao cotão do umbigo. E um tipo sem uma perna ainda consegue um táxi de noite e não tem os miúdos a perguntar se, tal senhor por ser preto, é obrigatoriamente violador. Além de que, se mandar as quecas sempre com as calças vestidas e coçar o pé com regularidade, as gajas nem notam. A não ser que curtam lamber entre os dedos dos pés. E aí haverá muito que explicar e a frase “agora é o que se usa nos Estados Unidos” não pega. Mas normalmente não me calha nada. Mas tenho um amigo dum amigo dum amigo que trabalha numa loja onde uma vez foi lá um tipo que conhecia outro que tinha outro adicionado no messenger que tinha conhecido uma miúda pela internet que curtia disso. Pior que não foder é não conhecer quem foda. Eu conheço. E toda a minha alegria vem daí. Visto que o Sporting continua sem ganhar, o meu carro não vale mais de 7000 euros, não tenho casa, estou desempregado e vivo com os meus pais.
O que me leva a continuar são o facto de basear a minha relação com as pessoas em geral numa premissa. Eu tenho razão. Tu não e ou te pões a milhas ou serás alvo do meu escárnio. Quando exagero, faço outra coisa em que também sou bom, mudar de cidade. Quando me perguntaram “e agora como é que vais encará-la?”. Não encaro. Já fiz as malas.
01-11-2006 - :O
:O~ <- entrou-me qualquer coisa, sem ser sabão, pelo cu
:O <- pisei bosta de cão com os ténis do buraco e sinto-a no pé. Faltam 2 horas para chegar a casa e todas as sapatarias estão fechadas
:| <- toda a cerveja do mundo está quente sem explicação
:) <- o Benfica perdeu qualquer coisa
:D <- o Sporting foi campeão europeu
:D~ <- fui com duas gajas pá cama, irmãs e suecas
Sujeitar a testes ou tentar a ver se dá – Miguel Esteves Cardoso®
Isto de escrever é muito fácil. Um gajo tem um teclado à frente e depois é só fazer combinações de letras até uma coisa fazer sentido. Se não fizer, cria-se um blog.
Eu andava aqui a enganar meio mundo (a outra metade não me lê porque são estrangeiros) a fingir que sabia escrever sobre muitas coisas e tinha sempre assunto mas depois vai-se a ver e isto tudo bem espremido não passa de duas ou três citações copiadas (também tenho um livro de citações em brasileiro, para traduzir para português é muito simples, basta tirar palavras como “cara”, “chapa” e “mesmo que tenhas sida podemos foder”) para umas miúdas que vêm aqui e ficam a pensar se eu tenho mamas como o Malato e se jogo muito computador. Não tenho mas sou imbatível no Free Cell. Antes de formatar o disco tinha perdido zero jogos. Isto é tudo fibra e uns abdominais que parecem barriga mas no fundo são músculo inchado por me pendurar na barra que tenho na porta que dá para a varanda onde faço flexões. Embora algumas t-shirts pareçam enganar. Mas isso é dos modelos e nada está mal a nível hormonal. Até porque, se eu tivesse mamas ou uma Playstation 2, para que sairia de casa?
Há aqueles que, quando as coisas não estão bem, pensam “epá, podia não ter uma perna ou ter nascido preto”. Eu prefiro ter as duas pernas e dinheiro para comprar uns bons ténis. Com uns bons ténis posso fugir a correr. Nós, os cobardes, somos bons a fugir. É da prática. E não ter uma perna também não é assim o pior de todos os handicaps. "Coitadinho não tem uma perna". É muito overrated. É como o álbum do careca que canta sempre da mesma maneira (refiro-me a Smashing Pumpkins e não ao Moby, embora a descrição possa enganar) Até porque os pretos não assaltam deficientes, nem se assaltam uns aos outros. Isso é mais cenas de tiros e gangs e violações em grupo. Eu quando finjo de mongolóide nunca sou assaltado. Desperdiço é o whisky todo porque os meus lábios deixam de vedar e escorre tudo assim pelo canto da boca em direcção ao cotão do umbigo. E um tipo sem uma perna ainda consegue um táxi de noite e não tem os miúdos a perguntar se, tal senhor por ser preto, é obrigatoriamente violador. Além de que, se mandar as quecas sempre com as calças vestidas e coçar o pé com regularidade, as gajas nem notam. A não ser que curtam lamber entre os dedos dos pés. E aí haverá muito que explicar e a frase “agora é o que se usa nos Estados Unidos” não pega. Mas normalmente não me calha nada. Mas tenho um amigo dum amigo dum amigo que trabalha numa loja onde uma vez foi lá um tipo que conhecia outro que tinha outro adicionado no messenger que tinha conhecido uma miúda pela internet que curtia disso. Pior que não foder é não conhecer quem foda. Eu conheço. E toda a minha alegria vem daí. Visto que o Sporting continua sem ganhar, o meu carro não vale mais de 7000 euros, não tenho casa, estou desempregado e vivo com os meus pais.
O que me leva a continuar são o facto de basear a minha relação com as pessoas em geral numa premissa. Eu tenho razão. Tu não e ou te pões a milhas ou serás alvo do meu escárnio. Quando exagero, faço outra coisa em que também sou bom, mudar de cidade. Quando me perguntaram “e agora como é que vais encará-la?”. Não encaro. Já fiz as malas.
01-11-2006 - :O
:O~ <- entrou-me qualquer coisa, sem ser sabão, pelo cu
:O <- pisei bosta de cão com os ténis do buraco e sinto-a no pé. Faltam 2 horas para chegar a casa e todas as sapatarias estão fechadas
:| <- toda a cerveja do mundo está quente sem explicação
:) <- o Benfica perdeu qualquer coisa
:D <- o Sporting foi campeão europeu
:D~ <- fui com duas gajas pá cama, irmãs e suecas
my name is george costanza...
...and i have nothing to say.
terça-feira, 31 de outubro de 2006
i've seen things you people wouldn't believe
terça-feira, 24 de outubro de 2006
Jew: Is anyone else having problems concentrating on this? I just can't seem to concentrate. Cartman: Maybe we should send you to a concentration camp
1º de Maio
God damn hippies
Num restaurante com nome de comunas, a comida só podia ser boa porque se há coisa que os comunistas gostam de fazer é encher o bandulho, de preferência sem pagar, em sítios com toalhas de oleado cobertas com papel. Isso e encher as camisas de flanela e calças de bombazina com nódoas de vinho tinto e gordura de azeite ou banha de porco de fritar bifanas ou entremeada. Também gostam de melancia e laranjas cortadas ao canivete. São gulosos, tanto a comer como no geral. Odeiam quem tenha mais que uma mochila da tropa, caspa, um livro, uma sandes de manteiga embrulhada em celofane, 4 gramas de haxixe, um Kispo (original) e ache que a inclusão social tem de ser mais que meter os pretos e os ciganos em casas no centro da cidade com rendas de 25 euros por mês. No fundo, esperam que um dia lhes saia a sorte grande. Afinal, os outros preguiçosos já têm T2 em Entrecampos e o Estado permite-lhes o passar do dia a mandriar e a comparar os sub-woofers dos auto-rádios. E se somos todos iguais e mais essa treta toda que os hippies dos comunistas costumam dizer porque é que não hão-de, um dia, ter uma casa sem nada fazer para isso? E para mais toda a gente sabe que os hippies têm o amor aos pretos que o Salazar tinha – o seu único defeito (do Salazar, não dos outros).
Não havia polvo, não havia coelho e não havia gajas. Apenas uma mais ou menos boa mas que se babou toda quando tentou beber cerveja pela garrafa para impressionar aqui o pai e passou logo para a minha lista das “gajas-que-se-babam-quando-tentam-impressionar-gajos-a-beber-pelas-garrafas” (elas, não os gajos que bebem pela garrafa). Não é como aquele filme que eu vi no sábado e que ainda é mais confrangedor que o ataque do Benfica mas tinha uma gaja muita boa. Um gajo sente-se incomodado de tão mau que é e sente-se ainda pior de pensar que há mais pessoas a ver aquele filme na mesma sala. É pior que o Paulo Jorge, é mais arrepiante que ver o Caneira a arriscar a titularidade para o resto da vida quando é fintado pelo Hélder Postiga, em plena área, que depois faz o que sabe melhor, chutar à baliza e a bola sair pela linha lateral. Chorei os 5 euros. E nem precisava. Porque aposto que o Petit ou o Nuno Gomes têm o filme em DVD pirateado.
Nuno, se leres isto, o filme chama-se “A senhora da água” (o meu mail está ali ao canto -->) e a gaja Bryce Dallas Howard e vive dentro duma piscina no meio de um condomínio de pretos, monhés, ciganos, chineses e do Paul Giamatti. Poderia ser um remake da vida do Brian Jones. Eu cá dos pretos não quero nada, dos monhés quero apenas que me preencham a declaração de impostos e dos chineses chao min de frango e mais uma imperial.
O filme é como uma bola de basket nas mãos de um anão, não tem ponta por onde se lhe pegue – atenção que isto fui eu que inventei, e fora do horário de trabalho. Em quem eu pegava mesmo era na Bryce Dallas Howard que passa o filme de camisa sem mais nada por baixo e o Paul Giamatti nem lho espeta e o pior é que tem a gaja de camisa em cima do sofá e lê-lhe poesia. Pode-se ser mais homossexual? Mas até deve ser normal para um tipo que tem quase mais pêlos nas costas que o Tony Ramos tem no peito. E são daqueles que dançam quando ele mergulha de tronco nu para dentro da piscina. Se há coisa que os gajos que tomam conta das piscinas devem gostar de encontrar nos filtros deve ser pêlos das costas do Paul Giamatti, de quem eu até gosto, diga-se, mas que não sabe imitar um tipo que gagueja. Ainda por cima ela é ruiva. E é a única cor de pintelhos que nunca vi – na Internet não conta.
Eu quando cheguei a casa ainda fui à garagem ligar a mangueira mas a única gaja que apareceu foi a minha porteira de fato de treino. E consigo bem imaginar que são grisalhos e devem parecer enrolados a rolo e secador. Mas acredito que o arrepio que se sente é o mesmo.
Comi feijoada. E diga-se que já comi feijoadas bem melhores. A cena é que gosto mesmo de feijoada, de enchidos e de sexo oral de categoria. Só que, sábado, não tive nenhum dos três. Torna-se comum num sábado à noite. Isto de um gajo só lavar as t-shirts quando já nem o perfume disfarça o cheiro a homem a sério, tem muito que se lhe diga. A mousse de chocolate também não era nada de especial, as Bohemias estavam pouco frias, mas eu sei que são capazes de melhor. Já lá comi muito bem e vale a pena lá voltar.
1º de Maio - :)
:O~ <- ao nível das cantinas em particular e da do Técnico em geral
:O <- cabelos na comida e sarro nos talheres
:| <- restaurantes Ana Malhoa - um gajo até lá vai, se não houver mais nada
:) <- restaurantes Alexandra Lencastre – um gajo, há uns anos, até lá ia e era bom – agora é mais o hábito
:D <- daqueles que um gajo pede o cartãozinho
:D~ <- comidinha da avó
God damn hippies
Num restaurante com nome de comunas, a comida só podia ser boa porque se há coisa que os comunistas gostam de fazer é encher o bandulho, de preferência sem pagar, em sítios com toalhas de oleado cobertas com papel. Isso e encher as camisas de flanela e calças de bombazina com nódoas de vinho tinto e gordura de azeite ou banha de porco de fritar bifanas ou entremeada. Também gostam de melancia e laranjas cortadas ao canivete. São gulosos, tanto a comer como no geral. Odeiam quem tenha mais que uma mochila da tropa, caspa, um livro, uma sandes de manteiga embrulhada em celofane, 4 gramas de haxixe, um Kispo (original) e ache que a inclusão social tem de ser mais que meter os pretos e os ciganos em casas no centro da cidade com rendas de 25 euros por mês. No fundo, esperam que um dia lhes saia a sorte grande. Afinal, os outros preguiçosos já têm T2 em Entrecampos e o Estado permite-lhes o passar do dia a mandriar e a comparar os sub-woofers dos auto-rádios. E se somos todos iguais e mais essa treta toda que os hippies dos comunistas costumam dizer porque é que não hão-de, um dia, ter uma casa sem nada fazer para isso? E para mais toda a gente sabe que os hippies têm o amor aos pretos que o Salazar tinha – o seu único defeito (do Salazar, não dos outros).
Não havia polvo, não havia coelho e não havia gajas. Apenas uma mais ou menos boa mas que se babou toda quando tentou beber cerveja pela garrafa para impressionar aqui o pai e passou logo para a minha lista das “gajas-que-se-babam-quando-tentam-impressionar-gajos-a-beber-pelas-garrafas” (elas, não os gajos que bebem pela garrafa). Não é como aquele filme que eu vi no sábado e que ainda é mais confrangedor que o ataque do Benfica mas tinha uma gaja muita boa. Um gajo sente-se incomodado de tão mau que é e sente-se ainda pior de pensar que há mais pessoas a ver aquele filme na mesma sala. É pior que o Paulo Jorge, é mais arrepiante que ver o Caneira a arriscar a titularidade para o resto da vida quando é fintado pelo Hélder Postiga, em plena área, que depois faz o que sabe melhor, chutar à baliza e a bola sair pela linha lateral. Chorei os 5 euros. E nem precisava. Porque aposto que o Petit ou o Nuno Gomes têm o filme em DVD pirateado.
Nuno, se leres isto, o filme chama-se “A senhora da água” (o meu mail está ali ao canto -->) e a gaja Bryce Dallas Howard e vive dentro duma piscina no meio de um condomínio de pretos, monhés, ciganos, chineses e do Paul Giamatti. Poderia ser um remake da vida do Brian Jones. Eu cá dos pretos não quero nada, dos monhés quero apenas que me preencham a declaração de impostos e dos chineses chao min de frango e mais uma imperial.
O filme é como uma bola de basket nas mãos de um anão, não tem ponta por onde se lhe pegue – atenção que isto fui eu que inventei, e fora do horário de trabalho. Em quem eu pegava mesmo era na Bryce Dallas Howard que passa o filme de camisa sem mais nada por baixo e o Paul Giamatti nem lho espeta e o pior é que tem a gaja de camisa em cima do sofá e lê-lhe poesia. Pode-se ser mais homossexual? Mas até deve ser normal para um tipo que tem quase mais pêlos nas costas que o Tony Ramos tem no peito. E são daqueles que dançam quando ele mergulha de tronco nu para dentro da piscina. Se há coisa que os gajos que tomam conta das piscinas devem gostar de encontrar nos filtros deve ser pêlos das costas do Paul Giamatti, de quem eu até gosto, diga-se, mas que não sabe imitar um tipo que gagueja. Ainda por cima ela é ruiva. E é a única cor de pintelhos que nunca vi – na Internet não conta.
Eu quando cheguei a casa ainda fui à garagem ligar a mangueira mas a única gaja que apareceu foi a minha porteira de fato de treino. E consigo bem imaginar que são grisalhos e devem parecer enrolados a rolo e secador. Mas acredito que o arrepio que se sente é o mesmo.
Comi feijoada. E diga-se que já comi feijoadas bem melhores. A cena é que gosto mesmo de feijoada, de enchidos e de sexo oral de categoria. Só que, sábado, não tive nenhum dos três. Torna-se comum num sábado à noite. Isto de um gajo só lavar as t-shirts quando já nem o perfume disfarça o cheiro a homem a sério, tem muito que se lhe diga. A mousse de chocolate também não era nada de especial, as Bohemias estavam pouco frias, mas eu sei que são capazes de melhor. Já lá comi muito bem e vale a pena lá voltar.
1º de Maio - :)
:O~ <- ao nível das cantinas em particular e da do Técnico em geral
:O <- cabelos na comida e sarro nos talheres
:| <- restaurantes Ana Malhoa - um gajo até lá vai, se não houver mais nada
:) <- restaurantes Alexandra Lencastre – um gajo, há uns anos, até lá ia e era bom – agora é mais o hábito
:D <- daqueles que um gajo pede o cartãozinho
:D~ <- comidinha da avó
quarta-feira, 11 de outubro de 2006
canal história
Pois é. Isto para pessoas que, como eu, gostam de futebol vai mal. A minha decisão de ver os sub-21 foi acertada. Um grande jogo. Uma grande vitória. Na selecção de sub-21 jogam os melhores e os que estão em forma. Não há cá compadrios.
A selecção dos compadres continua a bater recordes. A primeira derrota em 8 anos, numa fase de qualificação, exibições de um pobreza arrepiante. E o Ricardo Rocha. A mostrar porque nem numa equipa como o Benfica é titular. As chamadas de jogadores como o Ricardo Rocha, o Hélder Postiga ou a insistência em continuar a jogar com dois médios defensivos (um deles, o Petit) contra equipas de segunda e a titularidade do Nuno Gomes tornar-se-ão case studies no mundo do futebol. Para mais, quando os melhores ficam em terra ou são "relegados" para os sub-21.
Proponho uma selecção nacional que será a equipa do Sporting. Com o Ricardo Carvalho no lugar do Polga e dois avançados a designar.
Ontem fez-se história com quatro jogadores do Sporting em campo. Hoje fez-se história com quatro jogadores do Benfica em campo. Coincidência?
A selecção dos compadres continua a bater recordes. A primeira derrota em 8 anos, numa fase de qualificação, exibições de um pobreza arrepiante. E o Ricardo Rocha. A mostrar porque nem numa equipa como o Benfica é titular. As chamadas de jogadores como o Ricardo Rocha, o Hélder Postiga ou a insistência em continuar a jogar com dois médios defensivos (um deles, o Petit) contra equipas de segunda e a titularidade do Nuno Gomes tornar-se-ão case studies no mundo do futebol. Para mais, quando os melhores ficam em terra ou são "relegados" para os sub-21.
Proponho uma selecção nacional que será a equipa do Sporting. Com o Ricardo Carvalho no lugar do Polga e dois avançados a designar.
Ontem fez-se história com quatro jogadores do Sporting em campo. Hoje fez-se história com quatro jogadores do Benfica em campo. Coincidência?
vais partir, naquela estrada
Espaço Cabo Verde
Mataram o Milhazes
Não é que eu não curta pretos. É naquela. Até tenho amigos pretos. Chama-se Gaspar e mora ali na caixinha onde guardo o presépio. Segundo a lenda, ou o conto, levou incenso. Ninguém esclarece em que sentido é que foi. Se levou para o presépio, ou se levou do presépio. Isto com pretos um gajo nunca sabe e o melhor é trancar tudo. Eu cá apostava mais que tivesse tirado. Muito provavelmente levou as palhas também, que é a única coisa que se fumava dali. “Sócio, gira lá dessas palhas, vá lá”. Toda a gente sabe que se Deus inventou o haxixe foi para manter os pretos com baixos níveis de ansiedade para evitar mais roubos e violações e jogos de basket e mais essas coisas que eles gostam de fazer quando não estão a mandriar. Eu até sou gajo de comer aquela cachupa da cachupa em que os talheres e as toalhas de oleado têm mais hepatite que o fígado do Jorge Palma. Mas um gajo está vacinado e às 6 da manhã não há nada que não marche. E tu sabes quem és. E na cachupa já vi putedo do mais decadente que há. E em termos de ter noção de putedo decadente eu sou muito bom. E quando uma gaja coça a crica por cima das calças e cheira os dedos, um gajo sabe que está perante a realeza.
Eu sei que gosto de cachupa. Porque já comi e foi feita por um deles. É como misturar cimento. Não há quem o faça como quem nasceu para isso. Mas esta não era boa. Era milho cozido com pele de porco. Foi um embuste. Um exagero. É como a notícia que vi no jornal esta semana. Parece que o Hélder Postiga se lesionou. Ou andam desatentos ou o jornal devia ter saído há 22 anos. Um gajo quando tem uma profissão estabelece limites. No futebol, um avançado impõe-se dois limites. Um limite superior: Ronaldinho, e um limite inferior: Nuno Gomes. O Hélder Postiga é o único caso relatado de “além-Nuno-Gomes”. Era como quando se acreditava que o mundo acabava ali a seguir a Alcácer do Sal. Para lá disso não havia nada. Apenas o vazio. No outro dia vi um filme com um tipo igualzinho ao Hélder Postiga e (espante-se!) esteve as duas horas que demorou o filme sem marcar um golo. Não era um fime sobre futebol, mas também não é isso que o Hélder Postiga joga. É um desporto novo em que ele é o único jogador. Mas o do filme esteve no limiar de comer a Juliette Binoche. Não sei o que é mais confrangedor se duas horas de Juliette Binoche (um granda binoche, portanto), se duas de Hélder Postiga. Não é que eu não fosse lá, à Binoche, porque vou e é público. E o meu único critério é não ter critério. Aliás, um gajo que vai à Ana Malhoa, vai a qualquer lado. Até à Quarteira passar férias.
Quero deixar aqui bem claro que nunca passei férias na Quarteira e tenciono manter-me assim. Mas havia um tipo na praia onde eu costumava ir que tinha uma prancha daquelas de se meter deitado nas ondas e que dizia que a avó tinha uma casa na Quarteira e era uma grande cena. Mas também era um tipo que tinha calções daqueles de fibra muito fina que quando se molhavam ficavam transparentes e a “picha” – porque aquilo sim era a definição de picha – parecia um dedo de porco anão seco ao sol. Isto sem paneleirices. Eu sou capaz de olhar para estas coisas. Por exemplo, no outro dia estive a ver o Star Wars III – porque nós da função pública entramos às 10:00 e saímos às 17:00 e temos ainda tempo para ver um filmezito antes do jantar – e naquela luta final torci pelo menos enrugado, apenas por ser menos enrugado, e também por ser dos maus. Eu tenho a tendência para torcer pelos maus. Mas foi complicado porque tinham os dois sabres de luz azuis e a certa altura já não se percebia quem era quem. É como o Paços de Ferreira de jogasse com os Boston Celtics. Jogam ambos de verde e marcam pontos com as mãos e um gajo não saberia por quem torcer.
A propósito, perdeu-se também a única hipótese de sempre de pôr o Yoda a falar ao telefone. É a única pessoa no Universo (com U grande) que pode dizer: “Estou? Quem fala?”. “É o Yoda”. “Quem?”, “O caralho que ta foda”. E foram 6 filmes e ninguém se lembrou disto.
Aqui fica novamente a parte que interessa a sublinhado para não vos cansar a vista. E até porque enche mais um bocado e posso sempre chegar às 2 páginas e meia de Word que é sempre o meu objectivo.
Não vou poder dizer se as miúdas eram boas ou não porque depois umas vão perguntar se só fui para a cama com elas porque estava com os copos e as outras vão perguntar para quem estive a olhar.
Não lhes quero estragar o negócio. Até porque um preto a trabalhar é um preto a menos a roubar. Mas têm de melhorar a cena.
Às vezes parece que sou um pouco limitado com preposições. Até sou. Mas também sou um gajo que admite as cenas. E admito que as sei todas de cor. A, ante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, por, perante, sem, segundo, sob, sobre, trás.
Espaço Cabo Verde - :O
:O~ <- ao nível das cantinas em particular e da do Técnico em geral
:O <- cabelos na comida e sarro nos talheres
:| <- restaurantes Ana Malhoa - um gajo até lá vai, se não houver mais nada
:) <- restaurantes Alexandra Lencastre – um gajo, há uns anos, até lá ia e era bom – agora é mais o hábito
:D <- daqueles que um gajo pede o cartãozinho
:D~ <- comidinha da avó
Mataram o Milhazes
Não é que eu não curta pretos. É naquela. Até tenho amigos pretos. Chama-se Gaspar e mora ali na caixinha onde guardo o presépio. Segundo a lenda, ou o conto, levou incenso. Ninguém esclarece em que sentido é que foi. Se levou para o presépio, ou se levou do presépio. Isto com pretos um gajo nunca sabe e o melhor é trancar tudo. Eu cá apostava mais que tivesse tirado. Muito provavelmente levou as palhas também, que é a única coisa que se fumava dali. “Sócio, gira lá dessas palhas, vá lá”. Toda a gente sabe que se Deus inventou o haxixe foi para manter os pretos com baixos níveis de ansiedade para evitar mais roubos e violações e jogos de basket e mais essas coisas que eles gostam de fazer quando não estão a mandriar. Eu até sou gajo de comer aquela cachupa da cachupa em que os talheres e as toalhas de oleado têm mais hepatite que o fígado do Jorge Palma. Mas um gajo está vacinado e às 6 da manhã não há nada que não marche. E tu sabes quem és. E na cachupa já vi putedo do mais decadente que há. E em termos de ter noção de putedo decadente eu sou muito bom. E quando uma gaja coça a crica por cima das calças e cheira os dedos, um gajo sabe que está perante a realeza.
Eu sei que gosto de cachupa. Porque já comi e foi feita por um deles. É como misturar cimento. Não há quem o faça como quem nasceu para isso. Mas esta não era boa. Era milho cozido com pele de porco. Foi um embuste. Um exagero. É como a notícia que vi no jornal esta semana. Parece que o Hélder Postiga se lesionou. Ou andam desatentos ou o jornal devia ter saído há 22 anos. Um gajo quando tem uma profissão estabelece limites. No futebol, um avançado impõe-se dois limites. Um limite superior: Ronaldinho, e um limite inferior: Nuno Gomes. O Hélder Postiga é o único caso relatado de “além-Nuno-Gomes”. Era como quando se acreditava que o mundo acabava ali a seguir a Alcácer do Sal. Para lá disso não havia nada. Apenas o vazio. No outro dia vi um filme com um tipo igualzinho ao Hélder Postiga e (espante-se!) esteve as duas horas que demorou o filme sem marcar um golo. Não era um fime sobre futebol, mas também não é isso que o Hélder Postiga joga. É um desporto novo em que ele é o único jogador. Mas o do filme esteve no limiar de comer a Juliette Binoche. Não sei o que é mais confrangedor se duas horas de Juliette Binoche (um granda binoche, portanto), se duas de Hélder Postiga. Não é que eu não fosse lá, à Binoche, porque vou e é público. E o meu único critério é não ter critério. Aliás, um gajo que vai à Ana Malhoa, vai a qualquer lado. Até à Quarteira passar férias.
Quero deixar aqui bem claro que nunca passei férias na Quarteira e tenciono manter-me assim. Mas havia um tipo na praia onde eu costumava ir que tinha uma prancha daquelas de se meter deitado nas ondas e que dizia que a avó tinha uma casa na Quarteira e era uma grande cena. Mas também era um tipo que tinha calções daqueles de fibra muito fina que quando se molhavam ficavam transparentes e a “picha” – porque aquilo sim era a definição de picha – parecia um dedo de porco anão seco ao sol. Isto sem paneleirices. Eu sou capaz de olhar para estas coisas. Por exemplo, no outro dia estive a ver o Star Wars III – porque nós da função pública entramos às 10:00 e saímos às 17:00 e temos ainda tempo para ver um filmezito antes do jantar – e naquela luta final torci pelo menos enrugado, apenas por ser menos enrugado, e também por ser dos maus. Eu tenho a tendência para torcer pelos maus. Mas foi complicado porque tinham os dois sabres de luz azuis e a certa altura já não se percebia quem era quem. É como o Paços de Ferreira de jogasse com os Boston Celtics. Jogam ambos de verde e marcam pontos com as mãos e um gajo não saberia por quem torcer.
A propósito, perdeu-se também a única hipótese de sempre de pôr o Yoda a falar ao telefone. É a única pessoa no Universo (com U grande) que pode dizer: “Estou? Quem fala?”. “É o Yoda”. “Quem?”, “O caralho que ta foda”. E foram 6 filmes e ninguém se lembrou disto.
Aqui fica novamente a parte que interessa a sublinhado para não vos cansar a vista. E até porque enche mais um bocado e posso sempre chegar às 2 páginas e meia de Word que é sempre o meu objectivo.
Não vou poder dizer se as miúdas eram boas ou não porque depois umas vão perguntar se só fui para a cama com elas porque estava com os copos e as outras vão perguntar para quem estive a olhar.
Não lhes quero estragar o negócio. Até porque um preto a trabalhar é um preto a menos a roubar. Mas têm de melhorar a cena.
Às vezes parece que sou um pouco limitado com preposições. Até sou. Mas também sou um gajo que admite as cenas. E admito que as sei todas de cor. A, ante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, por, perante, sem, segundo, sob, sobre, trás.
Espaço Cabo Verde - :O
:O~ <- ao nível das cantinas em particular e da do Técnico em geral
:O <- cabelos na comida e sarro nos talheres
:| <- restaurantes Ana Malhoa - um gajo até lá vai, se não houver mais nada
:) <- restaurantes Alexandra Lencastre – um gajo, há uns anos, até lá ia e era bom – agora é mais o hábito
:D <- daqueles que um gajo pede o cartãozinho
:D~ <- comidinha da avó
terça-feira, 10 de outubro de 2006
segunda-feira, 18 de setembro de 2006
tal cão, tal dono
Farta brutos
Isto de fazer crítica gastronómica não tem nada que saber. Até porque todos comemos e até se concorda quando “o comer” é mau ou é “munta” bom e um gajo enfarda até ficar mal disposto ou com vontade de cagar. Às vezes os dois.
A cena em si é usar determinadas palavras que fazem um gajo parecer perito em coisas de comer. Por exemplo: usar “desengraçado” para me referir à posta de peixe no meio do prato. Ou aguado, quando é arroz assim a boiar daquele que parece trinca. Pedir o peixe “escalado” também serve. Provar o vinho e dizer “sim, sim”. Para mim o vinho é vinho. Só sei distinguir a garrafa do copo. Pelo menos até ao 3º. Encruado ou falta de densidade também servem.
A única coisa que me interessa num restaurante é se há gajas ou não. E neste em particular não há gajas. Ou melhor, há mas daquelas que não contam. As empregadas que têm a idade do prédio do restaurante. Quarentonas daquelas que têm mais rugas do sol que uma tira de papel de alumínio depois de enrolar sandes. E brasileiras. Putedo do pior e do mais rasca. Eu até sou um gajo liberal. E um dia, quando for àquela cidades da Europa onde é tudo limpinho, até hei-de experimentar. Mas o que é rasco é rasco. E um gajo sabe que uma gaja é rasca quando tem as sobrancelhas mais grossas que os dedos da mão. Parece que agora até no Algarve há dessas cenas de putedo disfarçado. Um gajo vai lá e “diz que” fazem de tudo. Ora eu perguntei logo: “e 69 de mijo? Fazem?”. Para quem não percebeu, 69 de mijo é duas gajas a fazer 69 enquanto mijam uma na outra. Claro que não fazem. É como pedir um bife entre o médio e o mal passado. Ou um café 4/3 de curto. Um intermédio entre um café curto e um normal. “Queria uma italiana, se faz favor”. Pois quem não quer. Ou então o clássico: “queria? Mas já não quer?”.
A única vantagem de não haver gajas das que interessem é não ser preciso ter cuidado quando se faz fio. Eu, por algum azar genético, a cada 500 garfadas largo um fio de baba entre o garfo e o lábio inferior. Não é propositado mas só dou por ele quanto já tem os seus 20 centímetros de comprimento, reluz e difracta a luz em todo o seu espectro, qual arco-íris. Ainda é uma coisa que não sei disfarçar. Por exemplo, o tropeção na escada já sei. Um gajo falha um degrau e desequilibra-se e depois faz uma de duas coisas. A primeira pode ser olhar para trás, para o degrau ou para o sapato, naquela de “o que é que tenho nos pés?”. A segunda é subir o resto dos degraus mais rápido, em estilo desportivo. “Ia tropeçando neste mas agora ninguém me pára.”. Eu não. Eu quando isto me acontece, deito-me nos degraus e começo a fazer flexões de braços. Depois giro e faço abdominais.
Havia também miúdos. Daqueles que fazem muito barulho e nem deixam saborear a comida. Eu detesto crianças em geral. Em especial se fazem muito barulho. Um cão também não serve de nada, mas sabe ir cagar à rua e está calado quando é mandado.
O espaço é exíguo e a decoração minimalista. Na verdade nem é uma coisa nem outra. Ou talvez só a primeira, mas não tenho a certeza do que exíguo seja. Lá que soou muito bem, soou. Sempre quis dizer exíguo e nunca pude. Como em toda a minha vida só conheci uma pessoa que usasse a palavra istmo numa frase. E foi recente. De resto foi sempre na escola, uma professora que tive de geografia que gostava de dizer istmo. Nunca fui bom a geografia. Tinha boas notas a ciências e a tudo o que não fosse preciso decorar, que no fundo não é mais nada, mas assim parece que havia uma lista enorme de disciplinas a que eu era bom. E até era. Já impressionei umas tantas miúdas com frases ou decoradas ou adaptadas, mas fi-las sempre passar como originais. Mas elas normalmente não sabem porque são daquelas que não têm nada na cabeça. Eu nem sei as estações de metro da linha azul. Para mim, o Báltico bem que pode ser uma marca de sapatos.
Então havia jaquinzinhos. E se há coisa que eu gosto é de jaquinzinhos. Antes quem comia os jaquinzinhos eram os pobres, mas como havia tantos pobres os jaquinzinhos começaram a desaparecer e, segundo as leis do mercado, tornou-se comida de ricos. A economia não passa da 3ª Lei de Newton. E há cursos inteiros disto. O arroz era de tomate, como se manda. Esta última frase copiei de um gordo que escrevia na Visão cenas destas também. Mas estava aguado e os jaquinzinhos desengraçados. Vou sublinhar esta frase porque, no fundo, é tudo o que interessa. O resto é a verborreia do costume. Havia também doces e café. Mas eu não sou muito de doces. A não ser que seja pudim flan. O café tem de ser curto, apesar de, aqui, mais nada ser curto.
No fim, a desilusão. A minha segunda equipa do coração, o FC Copenhaga, não foi além de um empate a zero.
Farta brutos - :)
:O~ <- ao nível das cantinas em particular e da do Técnico em geral
:O <- cabelos na comida e sarro nos talheres
:| <- restaurantes Ana Malhoa - um gajo até lá vai, se não houver mais nada
:) <- restaurantes Alexandra Lencastre – um gajo, há uns anos, até lá ia e era bom – agora é mais o hábito
:D <- daqueles que um gajo pede o cartãozinho
:D~ <- comidinha da avó
Isto de fazer crítica gastronómica não tem nada que saber. Até porque todos comemos e até se concorda quando “o comer” é mau ou é “munta” bom e um gajo enfarda até ficar mal disposto ou com vontade de cagar. Às vezes os dois.
A cena em si é usar determinadas palavras que fazem um gajo parecer perito em coisas de comer. Por exemplo: usar “desengraçado” para me referir à posta de peixe no meio do prato. Ou aguado, quando é arroz assim a boiar daquele que parece trinca. Pedir o peixe “escalado” também serve. Provar o vinho e dizer “sim, sim”. Para mim o vinho é vinho. Só sei distinguir a garrafa do copo. Pelo menos até ao 3º. Encruado ou falta de densidade também servem.
A única coisa que me interessa num restaurante é se há gajas ou não. E neste em particular não há gajas. Ou melhor, há mas daquelas que não contam. As empregadas que têm a idade do prédio do restaurante. Quarentonas daquelas que têm mais rugas do sol que uma tira de papel de alumínio depois de enrolar sandes. E brasileiras. Putedo do pior e do mais rasca. Eu até sou um gajo liberal. E um dia, quando for àquela cidades da Europa onde é tudo limpinho, até hei-de experimentar. Mas o que é rasco é rasco. E um gajo sabe que uma gaja é rasca quando tem as sobrancelhas mais grossas que os dedos da mão. Parece que agora até no Algarve há dessas cenas de putedo disfarçado. Um gajo vai lá e “diz que” fazem de tudo. Ora eu perguntei logo: “e 69 de mijo? Fazem?”. Para quem não percebeu, 69 de mijo é duas gajas a fazer 69 enquanto mijam uma na outra. Claro que não fazem. É como pedir um bife entre o médio e o mal passado. Ou um café 4/3 de curto. Um intermédio entre um café curto e um normal. “Queria uma italiana, se faz favor”. Pois quem não quer. Ou então o clássico: “queria? Mas já não quer?”.
A única vantagem de não haver gajas das que interessem é não ser preciso ter cuidado quando se faz fio. Eu, por algum azar genético, a cada 500 garfadas largo um fio de baba entre o garfo e o lábio inferior. Não é propositado mas só dou por ele quanto já tem os seus 20 centímetros de comprimento, reluz e difracta a luz em todo o seu espectro, qual arco-íris. Ainda é uma coisa que não sei disfarçar. Por exemplo, o tropeção na escada já sei. Um gajo falha um degrau e desequilibra-se e depois faz uma de duas coisas. A primeira pode ser olhar para trás, para o degrau ou para o sapato, naquela de “o que é que tenho nos pés?”. A segunda é subir o resto dos degraus mais rápido, em estilo desportivo. “Ia tropeçando neste mas agora ninguém me pára.”. Eu não. Eu quando isto me acontece, deito-me nos degraus e começo a fazer flexões de braços. Depois giro e faço abdominais.
Havia também miúdos. Daqueles que fazem muito barulho e nem deixam saborear a comida. Eu detesto crianças em geral. Em especial se fazem muito barulho. Um cão também não serve de nada, mas sabe ir cagar à rua e está calado quando é mandado.
O espaço é exíguo e a decoração minimalista. Na verdade nem é uma coisa nem outra. Ou talvez só a primeira, mas não tenho a certeza do que exíguo seja. Lá que soou muito bem, soou. Sempre quis dizer exíguo e nunca pude. Como em toda a minha vida só conheci uma pessoa que usasse a palavra istmo numa frase. E foi recente. De resto foi sempre na escola, uma professora que tive de geografia que gostava de dizer istmo. Nunca fui bom a geografia. Tinha boas notas a ciências e a tudo o que não fosse preciso decorar, que no fundo não é mais nada, mas assim parece que havia uma lista enorme de disciplinas a que eu era bom. E até era. Já impressionei umas tantas miúdas com frases ou decoradas ou adaptadas, mas fi-las sempre passar como originais. Mas elas normalmente não sabem porque são daquelas que não têm nada na cabeça. Eu nem sei as estações de metro da linha azul. Para mim, o Báltico bem que pode ser uma marca de sapatos.
Então havia jaquinzinhos. E se há coisa que eu gosto é de jaquinzinhos. Antes quem comia os jaquinzinhos eram os pobres, mas como havia tantos pobres os jaquinzinhos começaram a desaparecer e, segundo as leis do mercado, tornou-se comida de ricos. A economia não passa da 3ª Lei de Newton. E há cursos inteiros disto. O arroz era de tomate, como se manda. Esta última frase copiei de um gordo que escrevia na Visão cenas destas também. Mas estava aguado e os jaquinzinhos desengraçados. Vou sublinhar esta frase porque, no fundo, é tudo o que interessa. O resto é a verborreia do costume. Havia também doces e café. Mas eu não sou muito de doces. A não ser que seja pudim flan. O café tem de ser curto, apesar de, aqui, mais nada ser curto.
No fim, a desilusão. A minha segunda equipa do coração, o FC Copenhaga, não foi além de um empate a zero.
Farta brutos - :)
:O~ <- ao nível das cantinas em particular e da do Técnico em geral
:O <- cabelos na comida e sarro nos talheres
:| <- restaurantes Ana Malhoa - um gajo até lá vai, se não houver mais nada
:) <- restaurantes Alexandra Lencastre – um gajo, há uns anos, até lá ia e era bom – agora é mais o hábito
:D <- daqueles que um gajo pede o cartãozinho
:D~ <- comidinha da avó
quinta-feira, 14 de setembro de 2006
terça-feira, 12 de setembro de 2006
r
Esta noite defrontaram-se as duas melhores equipas do mundo. Ganhou a melhor.
domingo, 10 de setembro de 2006
qual é a coisa qual é ela
Qual a diferença entre o meu queixo e o Benfica?
12 pontos.
12 pontos.
quinta-feira, 7 de setembro de 2006
grandes questões do novo século
Será a paralisia facial considerada doping num "staring contest"?
sábado, 2 de setembro de 2006
1:24
As pessoas dividem-se entre as que acreditam que a película aderente rasga pelo picotado e as que usam papel de alumínio.
sexta-feira, 1 de setembro de 2006
boa publicidade
Procuro trabalho em publicidade, na área das panelas de pressão.
Deixo aqui um exemplo do meu trabalho:

"Panelas Camões. Panelas que não cedem a pressões."
Deixo aqui um exemplo do meu trabalho:

"Panelas Camões. Panelas que não cedem a pressões."
segunda-feira, 28 de agosto de 2006
problema de expressão
Happy endings – Finais felizes
Amores do trópico
O Tom Arnold é um daqueles actores que lembram o ataque do Benfica. As pessoas conhecem, sabem que existe mas ninguém o vê em acção. Nunca vi um filme com ele, nunca o vi numa série, nunca o vi na televisão em geral. Sei que ele existe porque vi uma vez uma cena dele e daquela gorda que foi mulher dele aos gritos. Não andou aos gritos enquanto foi mulher dele (até pode ter andado mas não foi isso que quis dizer), vi foi uma cena em que ele estava aos gritos com ela. Eu sei que se calhar é da vírgula que devia estar lá e não está. Estou farto de vírgulas. A partir de hoje nunca mais uso vírgulas.
Quando andava na escola, havia um tipo que ganhou (ganhar é o verbo correcto) a alcunha de Sacana. E ele nunca usava vírgulas. Hoje é “Sôtor” e tem montes “da guita” e provavelmente anda de Audi. Eu cá sempre usei vírgulas bem e ando de transportes e trabalho numa repartição de finanças onde carimbo circulares e papéis azuis daqueles com selos por cima e sou infeliz. A minha mulher pesa 200 kilos e tem varizes do tamanho de testículos de cão. Temos uma casa em Armação de Pêra onde passamos duas semanas em Agosto. Não sei porque disse isto tudo quando nada é verdade. A não ser que já passei uns dias em Armação de Pêra. Armação de Pêra é o pior sítio do planeta Terra. Há umas praias em Plutão que também são merdosas. Mas parece que Plutão deixou de ser planeta. Um gajo sabe que uma praia não presta quando os toldos são cubos em tecido azul e branco às riscas. Nessas praias há sempre miúdos a chorar, gordas a fazer topless com veias salientes nas mamas, um tipo chamado Zé Manel com uma tanga preta que nada para longe no mar, mesmo com bandeira amarela e que a mulher se põe aos gritos “ó Zéeee Maneeeeeel” e aquelas miúdas boas mas que são assim para o saloio. Sempre quis comer uma saloia. Um gajo sabe que aquilo não desenvolve mas fica sempre um bichinho. Foi em Armação de Pêra que eu soube que gostava de mamas. Tinha uns 8 anos. E fui ao “mini*” comprar uma coisa qualquer. Provavelmente água. A miúda que estava lá na caixa, sempre que fazia uma conta, levava com a gavetinha da caixa nas mamas. Saí de lá a pensar que gostava mesmo de dinheiro.
* mini = minimercado. É como quando se passa a infância em locais semiurbanos. Há sempre um tipo lá na rua que se chama “índio” ou “canina” e que curte “ir ao super”. A verdade é que naquele “super” não acontecia nada. Só comprei lá uma vez croquetes, Vim, leite daquele em pacote mole e perguntei se havia “cona de vaca”. Pois fiquem a saber que nos semi-subúrbios não de vende “cona de vaca”. Espero que não façam croquetes.
O Tom Arnold deve ser um tipo mau. Por isso Deus castigou-o e casou-o com aquela gaja ainda mais horrível chamada Roseanne Barr. A Roseanne Barr é das poucas tipas que conheço que merece ser gorda. Nenhum médico ou nutricionista concordaria em tratá-la nem em meter-lhe daquelas bandas gástricas no estômago. Todos pensam: “morre puta. És assim porque mereces”. Mas como todos os tipos maus, também têm direito a uma gaja boa durante a vida toda. Deus concedeu-lhe três minutos e uma queca na piscina com a Maggie Gyllenhaal. Os gajos como o Tom Arnold vêm-se muito rápido. Até porque as gajas como a Roseanne Barr cheiram mal da boca e se um gajo não as come por trás tem mas é de despachar a cena que é para poder ir ver televisão e beber cerveja de robe com os tomates pendurados e caídos entre as almofadas do sofá de pele. Eu cá tenho a dizer que há miúdas de que eu gosto e há miúdas de que eu não gosto. A Maggie Gyllenhaal é daquelas que está no intermédio. Não estou a dizer que não fosse lá. Ia. Até porque eu sou um tipo sem critério. Sou assim como o Scolari. Ele não vê jogos mas lê jornais, e escolhe as equipas boas assim com vários meses de atraso. É mais ou menos como eu e as miúdas. Com ela só precisaria de dois minutos na piscina. Seria o melhor minuto da vida dela.
Depois também aparecem uns paneleiros e umas fufas. “Diz que” eles agora são como os All Star. Estão de novo na moda. Não há série de televisão que não tenha homos. Até no outro dia vi na revista do Público (a mais ou menos - Pública, não aquela horrível chamada X) que a Batwoman é fufa. Não sei é porque é que as fufas nunca podem ser gajas boas. A Batwoman, à civil, usava jardineira e t-shirt daquele “cinzento-fufa”.
Isto é “cizento-fufa”:

Normalmente é em t-shirt de alças. Mas qualquer coisa serve.
Enquanto procurava pelo “cinzento-fufa”, encontrei isto:

Não sei o que é mas é mesmo duns plásticos daqueles que preciso para tapar a bicicleta que tenho lá fora presa ao poste.
Há também uma enrugada, que já foi boa e agora é enrugada. É o triste fim de todas as gajas. São boas e fodíveis e mai' não sei o quê para aí até aos 24 ou 25 e depois ficam com rugas e quistos e glaucoma e seborreia. Um gajo ainda dura aí até aos 60 desde que compre o aparelho de fazer exercício do Chuck Norris. Atenção: os outros não servem. E a enrugada curte massagens e quecas e isso e essas coisas todas que as enrugadas têm a mania de curtir e depois perseguem os gajos não-enrugados como eu. Fica aqui um aviso: “se fores enrugada e estiveres a ler isto, não me escrevas”. O tipo que lhe faz massagens é latino. Daqueles que passam a fronteira do México a correr. Como é natural só sabem fazer nachos e massagens. Assim como os pretos só são bons a partir cocos, a roubar e a fazer cimento. É uma cena genética. E um gajo sabe que não se pode fazer nada contra a genética. Brincar com o DNA é como mexer nos colhões de Deus. Digo eu que pensei tirar Bioquímica. As gajas boas tiram Bioquímica ou Psicologia. Pelo menos é um “diz que”. Depois um gajo vai lá a essas faculdades e vê os camafeus do costume. Aviso: “se fores um camafeu e estiveres a ler isto, não me escrevas”. Depois há um seboso e mais umas gajas mas que realmente não interessam muito. Até porque o filme já saiu de cartaz e isto foi mesmo só para não me chatearem com essas merdas dos posts e o caralho. Normalmente, sob pressão não consigo. Mas vá-se lá perceber. Por outro lado não cedo a pressões. A prova disso é que o filme já saiu de cartaz.
Happy endings - :D
:O~ <- vómito (filmes tipo AI, Matrix 2 e 3)
:O <- filmes “preferia ter gasto a guita em cerveja, droga ou cigarros”
:| <- filmes “naquela”
:) <- filmes médio-fixe ou “nice”
:D <- filmes “cum gajo até acha que coiso e tal e diz aos outros para irem ver”
:D~ <- filmes que “sim senhoras”
Amores do trópico
O Tom Arnold é um daqueles actores que lembram o ataque do Benfica. As pessoas conhecem, sabem que existe mas ninguém o vê em acção. Nunca vi um filme com ele, nunca o vi numa série, nunca o vi na televisão em geral. Sei que ele existe porque vi uma vez uma cena dele e daquela gorda que foi mulher dele aos gritos. Não andou aos gritos enquanto foi mulher dele (até pode ter andado mas não foi isso que quis dizer), vi foi uma cena em que ele estava aos gritos com ela. Eu sei que se calhar é da vírgula que devia estar lá e não está. Estou farto de vírgulas. A partir de hoje nunca mais uso vírgulas.
Quando andava na escola, havia um tipo que ganhou (ganhar é o verbo correcto) a alcunha de Sacana. E ele nunca usava vírgulas. Hoje é “Sôtor” e tem montes “da guita” e provavelmente anda de Audi. Eu cá sempre usei vírgulas bem e ando de transportes e trabalho numa repartição de finanças onde carimbo circulares e papéis azuis daqueles com selos por cima e sou infeliz. A minha mulher pesa 200 kilos e tem varizes do tamanho de testículos de cão. Temos uma casa em Armação de Pêra onde passamos duas semanas em Agosto. Não sei porque disse isto tudo quando nada é verdade. A não ser que já passei uns dias em Armação de Pêra. Armação de Pêra é o pior sítio do planeta Terra. Há umas praias em Plutão que também são merdosas. Mas parece que Plutão deixou de ser planeta. Um gajo sabe que uma praia não presta quando os toldos são cubos em tecido azul e branco às riscas. Nessas praias há sempre miúdos a chorar, gordas a fazer topless com veias salientes nas mamas, um tipo chamado Zé Manel com uma tanga preta que nada para longe no mar, mesmo com bandeira amarela e que a mulher se põe aos gritos “ó Zéeee Maneeeeeel” e aquelas miúdas boas mas que são assim para o saloio. Sempre quis comer uma saloia. Um gajo sabe que aquilo não desenvolve mas fica sempre um bichinho. Foi em Armação de Pêra que eu soube que gostava de mamas. Tinha uns 8 anos. E fui ao “mini*” comprar uma coisa qualquer. Provavelmente água. A miúda que estava lá na caixa, sempre que fazia uma conta, levava com a gavetinha da caixa nas mamas. Saí de lá a pensar que gostava mesmo de dinheiro.
* mini = minimercado. É como quando se passa a infância em locais semiurbanos. Há sempre um tipo lá na rua que se chama “índio” ou “canina” e que curte “ir ao super”. A verdade é que naquele “super” não acontecia nada. Só comprei lá uma vez croquetes, Vim, leite daquele em pacote mole e perguntei se havia “cona de vaca”. Pois fiquem a saber que nos semi-subúrbios não de vende “cona de vaca”. Espero que não façam croquetes.
O Tom Arnold deve ser um tipo mau. Por isso Deus castigou-o e casou-o com aquela gaja ainda mais horrível chamada Roseanne Barr. A Roseanne Barr é das poucas tipas que conheço que merece ser gorda. Nenhum médico ou nutricionista concordaria em tratá-la nem em meter-lhe daquelas bandas gástricas no estômago. Todos pensam: “morre puta. És assim porque mereces”. Mas como todos os tipos maus, também têm direito a uma gaja boa durante a vida toda. Deus concedeu-lhe três minutos e uma queca na piscina com a Maggie Gyllenhaal. Os gajos como o Tom Arnold vêm-se muito rápido. Até porque as gajas como a Roseanne Barr cheiram mal da boca e se um gajo não as come por trás tem mas é de despachar a cena que é para poder ir ver televisão e beber cerveja de robe com os tomates pendurados e caídos entre as almofadas do sofá de pele. Eu cá tenho a dizer que há miúdas de que eu gosto e há miúdas de que eu não gosto. A Maggie Gyllenhaal é daquelas que está no intermédio. Não estou a dizer que não fosse lá. Ia. Até porque eu sou um tipo sem critério. Sou assim como o Scolari. Ele não vê jogos mas lê jornais, e escolhe as equipas boas assim com vários meses de atraso. É mais ou menos como eu e as miúdas. Com ela só precisaria de dois minutos na piscina. Seria o melhor minuto da vida dela.
Depois também aparecem uns paneleiros e umas fufas. “Diz que” eles agora são como os All Star. Estão de novo na moda. Não há série de televisão que não tenha homos. Até no outro dia vi na revista do Público (a mais ou menos - Pública, não aquela horrível chamada X) que a Batwoman é fufa. Não sei é porque é que as fufas nunca podem ser gajas boas. A Batwoman, à civil, usava jardineira e t-shirt daquele “cinzento-fufa”.
Isto é “cizento-fufa”:

Normalmente é em t-shirt de alças. Mas qualquer coisa serve.
Enquanto procurava pelo “cinzento-fufa”, encontrei isto:

Não sei o que é mas é mesmo duns plásticos daqueles que preciso para tapar a bicicleta que tenho lá fora presa ao poste.
Há também uma enrugada, que já foi boa e agora é enrugada. É o triste fim de todas as gajas. São boas e fodíveis e mai' não sei o quê para aí até aos 24 ou 25 e depois ficam com rugas e quistos e glaucoma e seborreia. Um gajo ainda dura aí até aos 60 desde que compre o aparelho de fazer exercício do Chuck Norris. Atenção: os outros não servem. E a enrugada curte massagens e quecas e isso e essas coisas todas que as enrugadas têm a mania de curtir e depois perseguem os gajos não-enrugados como eu. Fica aqui um aviso: “se fores enrugada e estiveres a ler isto, não me escrevas”. O tipo que lhe faz massagens é latino. Daqueles que passam a fronteira do México a correr. Como é natural só sabem fazer nachos e massagens. Assim como os pretos só são bons a partir cocos, a roubar e a fazer cimento. É uma cena genética. E um gajo sabe que não se pode fazer nada contra a genética. Brincar com o DNA é como mexer nos colhões de Deus. Digo eu que pensei tirar Bioquímica. As gajas boas tiram Bioquímica ou Psicologia. Pelo menos é um “diz que”. Depois um gajo vai lá a essas faculdades e vê os camafeus do costume. Aviso: “se fores um camafeu e estiveres a ler isto, não me escrevas”. Depois há um seboso e mais umas gajas mas que realmente não interessam muito. Até porque o filme já saiu de cartaz e isto foi mesmo só para não me chatearem com essas merdas dos posts e o caralho. Normalmente, sob pressão não consigo. Mas vá-se lá perceber. Por outro lado não cedo a pressões. A prova disso é que o filme já saiu de cartaz.
Happy endings - :D
:O~ <- vómito (filmes tipo AI, Matrix 2 e 3)
:O <- filmes “preferia ter gasto a guita em cerveja, droga ou cigarros”
:| <- filmes “naquela”
:) <- filmes médio-fixe ou “nice”
:D <- filmes “cum gajo até acha que coiso e tal e diz aos outros para irem ver”
:D~ <- filmes que “sim senhoras”
sexta-feira, 25 de agosto de 2006
segunda-feira, 21 de agosto de 2006
falha de comunicação
Ele: "Quando fazemos 69?"
Ela: "Tu a 27 de Abril de 2051, eu a 12 de Dezembro de 2054."
Ela: "Tu a 27 de Abril de 2051, eu a 12 de Dezembro de 2054."
sexta-feira, 18 de agosto de 2006
banda larga
Fez-se silêncio na sala quando ele perguntou: "como se escreve ADSL?".
quarta-feira, 16 de agosto de 2006
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