quinta-feira, 23 de julho de 2009

boy in a rock and roll band

Nunca tive chinelos de meter o dedo. Namoradas sim.

8 comentários:

Anónimo disse...

E metias só o dedo?

Caramela disse...

E essas namoradas magoam-te muito os deditos dos pés, Juvenal?

:P

astro disse...

you're the man

pdah disse...

Caríssimos: adianto que o meu novo livro está a venda nos seguintes locais:

Livraria Trama , Lisboa
Livraria Poesia Incompleta , Lisboa
Livraria Pó dos Livros , Lisboa
Livraria Letra Livre , Lisboa

...em breve espero tê-lo em Évora, Porto e Faro.

O lançamento será algures em Setembro, algures em Lisboa. Não foi agora devido às providências cautelares interpostas pelos dois maiores partidos com assento parlamentar, a santa inquisição, várias obediências maçónicas e um talhante de Paderne.

Para saberem mais, é apenas visitarem

http://pdaherois.blogspot.com

Anónimo disse...

pdah,

"Imaginámos santos, infantes e condestáveis
Capitães de Maio e de Abril
Meninos da lágrima e virgens de gesso
Ditadores de botas e pastorinhos de arremesso
Rainhas santas e ínclitas gerações
E o que temos são grades de mini e travessas de caracóis"

correcção: nós não ficamos pela imaginação... aliás algumas coisas não foram bem imaginadas, apareceram por aí, o quadro do menino da lágrima já lá estava na parede da sala a fazer par com o da ceia, junto a virgens e santos de gesso e outros penicos, os capitães foram fruto das circunstâncias, infantes são mais que as mães, bem como ditadores e ambos propensos a usar botas (calçado muito confortável para os tempos de chuva), pastorinhos, já houveram mais, agora os pobres são obrigados a ir para à escola, rainhas santas, sei lá, na volta até que alguma delas não era má pessoa, by the way, o que raio quer dizer ínclitas?

"Desejámos um país que não se resumisse
a travessias diárias do oceano
Bolas de berlim e guarda-sóis
Relíquias do Rio Jordão ou alegria de garrafão
e o urbanista apenas a distribuir centros comerciais
Portanto desejámos talvez demais"

E não se resume, há tipos como tu que insistem em escrever poemas como o teu e há pessoas como eu e há guarda-chuvas e bolos de arroz e atravessias do Tejo e tristezas sem fim e deve haver urbanistas a distribuir publicidade, beijos, jornais, bons dias. Aquela cena de distribuir centros comerciais é lá muito de longe a longe, os centros comerciais são tipo para o grande, com muitos milímetros cúbicos, mesmo muitos.

"Recortámos o horizonte de um país de poetas
Rainhas depois de mortas e grutas para o Camões
Saudosismos de grandeza e hinos contra
os britões, sonhando com saldos e promoções
A invenção de fátimas, fados e futebóis
E temos o subsídio para uma alcatifa de girassóis
O corvo vai debicando os miolos de São Vicente,
aspirando a migrações
Crocitando os segredos da carbonária,
o corvo é o anti-herói,
farto de medalhinhas e superstições"

A cena de recortar o horizonte "partiu-me toda", que raio queres tu dizer com isso?
(man, é bretões, com um “e”)
O futebol é uma invenção inglesa ou pelo menos dizem que sim, não é de certeza portuguesa, era fixe, mas não.

"E de vez em quando desaparecia pólvora dos armazéns
Querias um amor imune ao logro, à missão animal do isco
A perfuração dos anzóis
Mas a verdade é que vives num maravilhoso reino
de Princesas Dianas e anti-heróis
e o que me vale é que elas gostam de ir com eles para a cama
Princesas Dianas e anti-heróis"

Qual pólvora? não fui eu!
(por momentos pensei que comparavas o coito à perfuração da minhoca com um anzol, isso era muito à frente, mas para o nojento.)

J

VD disse...

GAY!!!!!!!!!!!!!!

galega disse...

nessa ninguém acredita!

Averell Dalton disse...

hahahahaahahhahahaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh uuuufaaaa...